
CARNAVAL: A FESTA DAS MÁSCARAS OU DAS ESCOLHAS?
- Jessica Leandra dos Passos Nayde Martins
- 14 de fev.
- 1 min de leitura
O Carnaval chega colorido, barulhento, vibrante.
É tempo de fantasia, de brilho, de exagero.
Mas, por trás de cada máscara, existe alguém fazendo escolhas.
Escolhas sobre onde estar.
Com quem estar.
O que consumir.
O que permitir.
O que aceitar.
E, principalmente, o que mostrar.
O Carnaval não revela quem você é.
Ele revela quem você escolhe ser quando ninguém está cobrando nada.
Porque quando a música sobe e o ambiente grita “aproveita!”, é ali que a sua consciência sussurra:
“Isso combina com a mulher que eu estou me tornando?”
E não, esse texto não é sobre certo ou errado.
É sobre responsabilidade emocional.
Você pode escolher festa ou descanso.
Bloco ou retiro.
Silêncio ou multidão.
Mas toda escolha carrega consequência — física, emocional e espiritual.
E a autoestima mora exatamente aí:
Na capacidade de dizer “sim” sem culpa.
E, principalmente, de dizer “não” sem medo.
Tem gente que usa o Carnaval para fugir.
Outras usam para celebrar.
Algumas para esquecer.
Outras para se encontrar.
A pergunta não é o que você vai fazer nesse Carnaval.
A pergunta é: isso fortalece ou enfraquece quem você está construindo?
Autoestima madura não é viver trancada.
Mas também não é se perder para caber no momento.
É escolher consciente.
É sair inteira.
É voltar orgulhosa.
Porque no fim da festa, quando o glitter sai e o som para…
Você continua com você.
E a mulher que fica depois do Carnaval precisa se reconhecer no espelho.
🎭✨
Que suas escolhas sejam mais fortes do que a pressão do momento.
Porque autoestima não tira folga. Ela se constrói todo dia.
— Jéssica Martins 🤎
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