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PREGUIÇA OU AUTOESTIMA FERIDA?

  • Foto do escritor: Jessica Leandra dos Passos Nayde Martins
    Jessica Leandra dos Passos Nayde Martins
  • 17 de jan.
  • 1 min de leitura

Muita gente chama de preguiça aquilo que, na verdade, é cansaço emocional.

Quando a autoestima está baixa, até levantar da cama parece uma missão pesada demais.


A preguiça não nasce do nada.

Ela costuma ser filha de pensamentos como:


  • “Não adianta tentar, eu sempre falho.”

  • “Não sou boa o suficiente.”

  • “Todo mundo consegue, menos eu.”



E então o corpo obedece à mente.

A vontade some, a energia diminui e a vida fica em modo de espera.


Mas deixa eu te contar uma verdade que quase ninguém diz:

você não é preguiçosa — você está desmotivada por falta de amor próprio.


Autoestima baixa faz a gente evitar desafios, adiar sonhos e fugir de tudo que possa nos expor ao fracasso. É um mecanismo de proteção. Só que, com o tempo, essa proteção vira prisão.


Cuidar da autoestima é devolver comando para a sua vida.

É aprender a dar pequenos passos, mesmo sem vontade.

É olhar para si com a mesma paciência que você teria com quem ama.


Comece com o básico:


  • respeite seu ritmo;

  • celebre o pouco que conseguiu fazer hoje;

  • pare de se chamar de preguiçosa e comece a se chamar de humana.



A disposição volta quando a alma se sente segura.


E se você sente que sozinha está difícil, pedir ajuda também é coragem. Terapia não é para quem é fraco — é para quem decidiu se reconstruir.


Lembre-se:


✨ Autoestima não tira folga. Ela se constrói todo dia.


 
 
 

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